Lucro ou pessoas?
Essa pergunta já nasce errada.
Durante muito tempo, venderam a ideia de que cuidar de gente era custo.
E que, para ter resultado, alguém precisava adoecer no caminho.
Mas quando o bem-estar aumenta, o resultado cresce junto.
Não é discurso. É dado.
No novo episódio do @interior_iza, eu converso com Vinicius Kitahara (@felicidade.vinning) sobre felicidade corporativa, liderança e resultados reais, daqueles que aparecem no balanço.
Empresas que investem em relações de confiança, liderança consciente e bem-estar reduzem afastamentos, economizam recursos e sustentam performance no longo prazo.
O exemplo é concreto: na Heineken, enquanto a média de afastamentos no mercado gira entre 40% e 50%, os índices ficaram em 0,6% nos últimos três anos.
Isso não é sorte. É decisão. É gestão. É coragem de olhar para pessoas antes de olhar só para planilhas.
A síntese é simples, e incômoda para alguns: Cuidar das pessoas dá lucro.
O resto é mito que dá menos trabalho sustentar.
Agora me diz: na sua empresa, felicidade ainda é tratada como “soft”…ou como estratégia de resultado?
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